Conheceu uma gatinha e não sabe se ela gosta de mulheres? Confira as dicas a baixo para descobrir!
1. O clichê ainda funciona: Cabelo curto, unhas curtas,
escuta AnaCarolina-CassiaEller-AdrianaCalcanhoto-PretaGil-DanielaMercury-ZéliaDuncan,
toca tudo isso no violão, usa top, tem muitas tattoos, o estilo é mais
alternativinho, senta de perna aberta, não usa nada de maquiagem, não se
manifesta nos debates sobre bolsas, não sabe o nome do garoto mais bonito da
sala, usa cueca em vez de calcinha, só tem mulher adicionada nas redes sociais,
nunca aparece com um namorado, tem beleza de panicat mas dá fora nos caras,
mesmo bonitos.
2. A indiferença com os homens: Lésbica não é aquela garota que vê um homem
pelado na tv e diz “Que nojo”. Essa é a amiguinha que está no armário ou que
faz a linha puritana insegura. A lésbica não se manifesta, ela não esboça uma
única expressão, nenhuma linha do rosto dela se move quando os glúteos malhados
do galã global pulam na tv 734 polegadas de Led. Ela é toda tédios.
3. As mãos dela tem
vida própria: Ela pode estar conversando com a amiga sobre gastronomia, sobre
ciência, o jogo de futebol de ontem, os surtos da mãe, a faculdade, o dinheiro
do taxi pra ir embora, a caipirinha que está gostosa… tanto faz. O que importa
é que as mãos dela encontrarão uma conversa muita íntima em algum universo
paralelo que inclua a necessidade de encostar na amiga. Ela vai pegar no
cotovelo dela pra começar um assunto, ela vai colocar a mão na perna dela pra
fingir que está brincando com a costura do jeans, ela vai colocar a mão na
cintura toda vez que passar por ela como se não existisse espaço o suficiente e
essa fosse a forma de ela dizer “com licença”; se uma mexa do cabelo cair no
rosto, ela vai arrumar.
4. Os lugares frequentados: Toda cidade tem o núcleo gay.
Aquele lugar onde os bares, baladas, botecos, lojas, galerias e calçadas são
completamente gays. Claro que tem heteros que frequentam baladas gays porque
acham divertidas, etc. Mas existe um limite pra isso. Se ela SÓ frequenta
ambientes gays… não dá pra enganar.
5. Ela fala o dialeto: Nós homossexuais temos gírias
próprias. Se você ainda não conhece e não usa, ainda vai usar. Dizer coisas
como: Ahaza, se joga, loosho, bee, egípcia, elza, aquenda, pajubá, picumã,
brejo, biscoita, sapatonice, caminhão, dyke, sapatilha, passiva, ativa,
relativa, rasha, boy/girl magia, boy/girl magia negra, cêjura, uma thurman,
bapho, torta de climão; trocar “x” por “sh”; e por aí vai!
6. Ela diz “pessoa”: Se você quer saber se a garota é do
babado, mas ela não é assumida, provavelmente ela vai se referir às
ex-namoradas ou peguetes como “pessoa” ou vai fugir do assunto dizendo que é
complicado.
7. Ela é ‘cavalheira’: Toda lésbica tem esse espírito
cavalheiro de querer levar a bolsa, segurar o peso, dar lugar pra sentar, abrir
a porta, andar no lado de fora da calçada, dar presente, elogiar, comentar que
fulana cortou o cabelo e ficou bonito.
8. Os olhos dela circulando o ambiente: Mulheres também
‘secam’ outras mulheres, só que de um jeito mais discreto. Repare em como ela
se posiciona nos ambientes. Perceba se ela sentou na cadeira que fica de frente
pra mesa da bonitinha no outro corredor ou se ela resolveu coçar a nuca virando
o rosto pra esquerda bem depois que uma garota bonita passou do lado. Ela está
numa sala, entra um cara pela porta e ela olha rapidamente ou nem levanta a
cabeça, entra uma mulher logo em seguida e ela levanta e dá uma olhada da
cabeça aos pés bem rápida. Ou ela senta bem de frente pra amiga gatxénha,
conversando olho no olho, bem compenetrada. Mulheres heteros não ficam
compenetradas nas amigas!
9. Ela riu da piadinha: Sabe ambiente coorporativo onde
junta aquele monte de homens que fazem piadinhas bobas sobre mulheres? Não é
machismo. Eles fazem isso. E sapatão também faz. Aí é que tá!! Se ela for do
babado, vai entender a piada do cara e vai dar uma risadinha sem querer. Não é
que mulher hetero não faça piadinha… é que não faz ESSE TIPO de piadinha.
10. Ela é bissexual: Esqueça todas essas dicas e espere ela
dizer ou pergunte de uma vez. Bissexuais exigem um nível muito mais avançado de
feeling e um gaydar extremamente aguçado.
A.M.
Via: Bianka Carbonieri (Sapatômica)
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