segunda-feira, 30 de junho de 2014

Você sabe a história do Orgulho LGBT?


 
Mesmo já tendo passado o dia e tudo mais, preferi postar mais essa sobre o dia do orgulho gay. Uma história que realmente deve ser lida e valorizada, afinal, foram essas pessoas que nos representaram frente a sociedade hipócrita- ainda mais que hoje- da época.

Ano de 1969. Uma semana após o Homem pisar na lua pela primeira vez, os freqüentadores do Stonewall Inn, pequeno bar localizado no Greenwich Village em Nova York (EUA), nem imaginavam que também entrariam para a História.

No dia 27 de junho, um bar para o público gay foi cenário de uma batida policial, o que era normal para a época, visto a proibição dos mesmos. Porém, em Stonewall, pela primeira vez, os gays tomaram conhecimento de que toda a opressão que sofriam deveria ser mudada.

Em um protesto extremamente violento, cerca de 400 gays revoltaram-se contra a prisão de vários gays em Stonewall. No dia seguinte, mais revolta. Muitos gays, lésbicas e transexuais reuniram-se em frente ao bar para manifestar. Vários jornais passaram a falar sobre a revolta, alguns apoiando, outros sendo neutros, mas não contra.

Algum tempo depois, duas ONG’s reuniram-se com mais de 500 pessoas em Washington Square, no que foi considerada a primeira “Reunião da Força Gay”, a Gay Power.

A partir daí, gays, lésbicas, bissexuais e transexuais passaram a se unir cada vez mais. Mesmo com a repressão policial continuaram firmes e fortes.

No terceiro dia de revolta, tudo parecia ter voltado ao normal. Stonewall abriu novamente, sem batidas, sem agressões, nada nos jornais, parecia não ter acontecido. Mas muita coisa mudou, com todo esse processo, os gays perceberam que nunca seriam aceitos pela sociedade se fosse esperar algo dela. A história mudou. Ser aceito não era tudo, exigia-se respeito.

A primeira Parada aconteceu em Nova York, um ano após o ocorrido. Stonewall, então, virou sinônimo de libertação sexual para o público homossexual. Muitas outras Paradas se seguiram a essa, em Washington, San Francisco e outras capitas dos Estados Unidos e do mundo. Já no Brasil, o processo foi mais longo. Apenas uma década depois, em 1978 seria criado o primeiro grupo gay, o paulistano Somos, que “abriu as portas” para outros grupos de apoio aos homossexuais. A década de oitenta chegou e de certa forma, ajudou o número de grupos de homossexuais a crescer, pois foi nessa época que surgiu a AIDS. Estes grupos gays foram pioneiros na luta contra a doença – que, hoje sabemos, atinge todas as pessoas.

Hoje, o Dia Mundial do Orgulho Gay é comemorado em 28 de junho em mais de 140 países. Em homenagem ao “dia da batida policial” no Stonewall, aconteceram este ano – só no Brasil – 40 Paradas Gays, de maio a setembro, concentrando-se em junho. Inclui-se nessa lista a Parada do Orgulho GLTB de São Paulo, atualmente a maior do mundo, com um público estimado em 2 milhões e meio de pessoas.

F.L.

domingo, 29 de junho de 2014

Eu Gosto De Meninos E Meninas! (Bissexualidade E Preconceito)

Olá galera, estou postando um texto muito interessante sobre bissexualidade escrito por Dani Cruz no site Sapatômica, confiram.

Uma vez, quando eu saí do armário para uma amiga, ela disse “Deve ser muito mais fácil pra você, que gosta dos dois gêneros, arrumar alguém legal. Tem o dobro de chances!”.

Não foi a primeira nem a última vez que eu ouviria isso. Namorados, namoradas e rolos já tinham falado algo do tipo “existe o dobro de chance de você me trair”, o que sempre me deixou bem chateada. Se fosse verdade, talvez eu desse risada e falasse que as chances existem, vai de mim aproveitá-las ou não. Só que as coisas não são bem assim se você para pra fazer as contas!

Nós, bissexuais, sofremos preconceito de todos os lados. Algumas lésbicas (e infelizmente não sou poucas) acham que vamos traí-las com um homem. Os homens acham que vamos traí-los com mulheres ou acharemos o máximo a ideia de fazer um menage-a-trois – o que nem sempre é verdade.  Nossas amigas gays ficam falando que somos hetero, nossos amigos heteros ficam querendo que a gente beije uma menina para eles verem. Nossos pais acham que somos promíscuas. A vida das totalflex não é fácil!

O que acontece no final é que somos tão reprimidas, inclusive pela comunidade gay, que criamos esse casulo: vamos a festas de meninas e, quando perguntam, dizemos que somos lésbicas. Se estamos com um menino, demoramos a contar que somos bissexuais porque isso pode estragar o romantismo inicial – essa idéia do sexo a três parece que já vem de fábrica nos espécimes masculinos. Não sentimos que podemos ser totalmente nós mesmas, amar quem queremos e quando queremos.
Então vamos fazer as contas: Gostamos de homens e mulheres, sim. Mas qual a porcentagem dessas pessoas que confiam em nós, bissexuais?

Amamos as pessoas independente de seu sexo. Sim, é possível gostar dos dois! Se é possível amar duas PESSOAS ao mesmo tempo? Talvez seja, pra algumas pessoas. Mas isso não quer dizer que deva ser um homem e uma mulher. O que impede uma bi, por ser poligâmica ou poliamorosa, de amar dois homens ou duas mulheres? O que impede uma heterossexual ou uma homossexual de amar várias pessoas ou trair a namorada? Absolutamente nada.

No fim, somos todos iguais. Então abrace aquela sua amiga bi que você brincou falando “sua hétero” só porque ela achou o Malvino Salvador um gato na capa daquela revista e diga que a compreende. Porque o preconceito que você sofre em casa, na rua, na internet… ela também sofre. E quem vai estar do seu lado na luta contra a homofobia não vê gênero, e sim um ser humano.

Fonte: http://sapatomica.com/blog/2012/02/19/eu-gosto-de-meninos-e-meninas-bissexualidade-e-preconceito/

sábado, 28 de junho de 2014

Dia Internacional do Orgulho LGBT

Olá pessoal, hoje é o dia Internacional do Orgulho LGBT! Tudo começou em 28 de junho 1969, em Nova York, quando os homossexuais, cansados de apanhar da polícia, que toda noite invadia seus espaços de lazer, reagiram e ganharam a batalha contra a prepotência policial. Nos anos seguintes, os LGBT do mundo inteiro adotaram 28 de junho como o “Dia do Orgulho Gay”, também chamado de Dia da Consciência Homossexual.

E nós do Gerando liberdade preparamos uma matéria especial, citando cinco dos muito motivos pelos quais devemos nos orgulhar da nossa sexualidade!


 1. Não fomos influenciados. Nós nascemos assim!
Sempre tentou-se achar um motivo para a existência do homossexualismo, esse com certeza sempre foi muito aceito. Sabe aquela história: carrinho é coisa de menino e boneca é coisa de meninas? Isso não quer dizer nada. Não é porque uma menina brinca de carrinho que vai ser lésbica, como um menino que brinca de carrinho não será necessariamente hetero. Nada influencia a homossexualidade. Podemos negá-la mas não mudá-la. Ninguém escolhe ser assim, podemos escolher seguir ou não o que sentimos.

2. Provamos ao mundo que não temos uma doença e não precisamos de cura
Em 1886, o sexólogo Richard von Krafft-Ebing listou a homossexualidade e outros 200 estudos de casos de práticas sexuais em sua obra Psychopathia Sexualis. Krafft-Ebing propôs que a homossexualidade era causada por uma "inversão congênita" que ocorria durante o nascimento ou era adquirida pelo indivíduo.
Em 1952, a Associação Americana de Psiquiatria publicou, em seu primeiro Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtorno Mentais, que a homossexualidade era uma desordem, o que fez com que a opção sexual fosse estudada por cientista, que acabaram falhando por diversas vezes ao tentarem comprovar que a homossexualidade era, cientificamente, um distúrbio mental. Com a falta desta comprovação, a Associação Americana de Psiquiatria retirou a opção sexual da lista de transtornos mentais em 1973.
Porém, a Organização Mundial de Saúde incluiu o homossexualismo na classificação internacional de doenças de 1977 (CID) como uma doença mental, mas, na revisão da lista de doenças, em 1990, a opção sexual foi retirada. Por este motivo, o dia 17 de maio ficou marcado como Dia Internacional contra a Homofobia.


3. Também fazemos parte de conquistas para humanidade
Grandes nomes são na humanidade também eram homossexuais:
Julio César (líder de Roma)
Leonardo da Vinci (pintor)
Sócrates (filósofo
Alexandre o Grande (imperador)
NiFlorence ghtingale (fundadora da enfermagem moderna)
Michel Foucauld (filósofo)
Radclyff Hall (escritora)
Frieda Kahlo (pintora)
Ellen de Generis (atriz)
Jean Genet (escritor e dramaturgo)
Sir John Gielgud (ator)
Allen Ginsberg (poeta)
Rock Hudson (ator)
Henry James (escritor)

4. Podemos formar uma família
Desde 2001, dezesseis países: Argentina, Bélgica, Canadá, Dinamarca, França, Inglaterra, Islândia, Nova Zelândia, Noruega, País de Gales, Países Baixos, Portugal, Espanha, África do Sul, Suécia e Uruguai aprovam o casamento de pessoas do mesmo sexo, mas foi só Em 5 de maio de 2011, o Supremo Tribunal Federal, na ocasião do julgamento da ADIn (Ação Direta de Inconstitucionalidade) nº 4277 e da ADPF (Arguição de descumprimento de preceito fundamental) nº 132 reconheceu, por unanimidade, a união estável entre pessoas do mesmo sexo no Brasil.
Embora a adoção para casais do mesmo sexo ainda ser bastante difícil, vem avançando muito nos últimos anos, se destacando na área jurídica, e evolui com diversas opiniões sobre esse assunto que gera tanta polêmica. Existem alguns casos onde juízes concederam a adoção para um ou outro indivíduo homossexual, porém o que gera tanta polêmica, é o aspecto da adoção por casais homossexuais. Esse tipo de adoção não depende apenas da aceitação passiva da sociedade, mas também impõe que o juiz ao deferir a adoção, reconheça com fundamentos jurídicos, que existem laços familiares nesses relacionamentos, e justamente nesse ponto há uma forte barreira de ordem legal. Apesar de ser uma luta grande na justiça, a adoção já é possível!


5. Não temos medo de enfrentar o mundo para ser feliz
Sermos nós mesmos pode ser uma tarefa árdua, sofremos preconceitos dia-a-dia, mas isso não nos impede de ir em busca de nossa felicidade, sonhos ou objetivos. A nossa sexualidade nos mostrou que não somos inferiores ou doentes e  não temos medo enfrentar tudo o que está contra: sociedade, família, Igreja... tudo isso  por um motivo simples: ser feliz!

M.A.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Os melhores aplicativos para conhecer pessoas

Bom dia Galera! Antes da matéria de hoje, gostaria de pedir para vocês que gostaram do nosso blog e querem ficar ligados em todas as novidades, vão até o facebook e curtam a nossa página clicando aqui

Está a fim de conhecer um gatinho ou uma gatinha hoje? Então o Gerando Liberdade preparou super dicas de aplicativos para conhecer gays e lésbica pra você!


Grindr

Mais de 2 milhões de pessoas têm o Grindr instalado em seus smartphones. Ao iniciar o app, é possível ver uma lista com fotos dos caras que estão próximos à sua localização.Ao clicar em uma das fotos disponíveis, você terá informações mais precisas sobre a distância em que se encontra o seu escolhido de sua localização atual, altura, peso, idade, etc. Além da foto, que pode ser aumentada. Há ainda a possibilidade de salvar usuários como favoritos, bloqueá-los ou ainda denunciar se se tratar de um usuário falso ou perigoso. Por meio do chat, é possível ainda compartilhar fotos com o usuário, além de sua localização exata. O Grindr gratuito lhe permite ver até 100 usuários ao seu redor. Aos que querem se livrar de banners de publicidade, ter acesso a até 200 usuários e ainda receber notificações push, basta pagar quase US$5 ao mês, US$13 por 3 meses ou US$50 ao ano (preços aproximados).


Brenda

Brenda foi criada pelos desenhadores de Grindr; depois de se registrar e colocar você pode colocar algumas fotografias,escrever o nome, sua cidade e a plataforma se encarregará de encontrar todas aquelas lésbicas que moram perto de você.
Na versão paga desse aplicativo, você também pode mandar e ver “piscadelas” ou seja, pode ver quem viu o seu perfil e o que achou dele, pode também alteras sua localização, enviar mensagens de vides, bloqueio de fotografias e está livre de anúncios, por $3,08 por mês ou $21,68 por ano.


Hornet

Quem cria um perfil no Hornet pode adicionar quatro fotos públicas e quatro fotos privadas, que podem ser desbloqueadas a quem o solicitar. Pode-se ver os utilizadores novos, deixar notas no perfil de cada um, começar uma conversa chat ou enviar um coração. O Hornet inclui notificações push e mensagens ilimitadas.
Podemos pesquisar as pessoas que estão próximas. No entanto, a grande vantagem do Hornet é precisamente a função de “Explorador”, que consiste em encolher uma cidade qualquer do mundo e procurar as pessoas dessa região. Por exemplo, se está em Brasil e vai viajar para Londres, você pode começar a pesquisar os “caras” que poderá vir a conhecer.


Lesbian Dating (Personals)

Aproximadamente 3,5 milhões de usuárias estão conectadas em todo o mundo com o Lesbian Dating. Você pode enviar um número ilimitado de "smiles" para outros membros. Você poderá enviar um smile dizendo que acha a outra usuária bonita, por exemplo. E há um especial que você pede para usuárias "pro" iniciar uma conversação por meio de uma mensagem. Você pode responder a todos os chats iniciados por outras usuárias. Você pode fazer busca de usuárias sem qualquer limite, bem como ver quem está online nas redondezas. Além de poder ver usuárias em todo o mundo.


Tinder

Se baseia na geolocalização e nos interesses para conectar pessoas. Basta definir sua localização, preferência sexual e navegar pelos perfis de quem estiver nos arredores. Você consegue ver fotos e um perfil básico de pessoas perto de você e que têm amigos em comum ou que curtem páginas que você curtiu no Facebook. As candidatas são selecionados depois de se clicar num coração verde. Se a pessoa fizer o mesmo contigo, um chat para conversa é liberado.
Algumas das vantagens do app é que ele não viola a privacidade de quem o utiliza, a não ser que a pessoa permita, e também não revela no Facebook as interações dos usuários dentro do sistema. Esse app foi chamado de “dating sites killer”, porque faz o que os sites de namoro cobram para fazer com infinitamente menos burocracia, gratuito e sem aquele preconceito de acharem que você é um loser por estar nele.
Esse  app é utilizado por heteros também, mas o melhor de tudo é que se a pessoa não curtir o seu perfil ela não sabe que você curtir o perfil dela.  

M.A.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Crianças podem ser meninas ou meninos em acampamento nos EUA.





   Em 2013, a fotógrafa Lindsay Morris criou uma série fotográfica onde retrata a experiência em um acampamento para crianças, o “You Are You” (Você é o que é), nos Estados Unidos. Lá as crianças podem se vestir como quiserem, ou seja, podem se identificar com o gênero que preferirem. Assim, meninos se vestem de meninas e vice-versa.
   Em uma entrevista, a fotógrafa disse “ o acampamento é um porto seguro onde as crianças podem experimentar um lugar livre de julgamentos". Crianças de 5 a 12 anos participam do projeto.

   Lindsay passou 6 anos fotografando as crianças. “Nós estamos vivenciando um momento único na história", avaliou Lindsay. "Um tempo e um lugar onde os pais estão trabalhando juntos, aprendendo juntos a melhor forma de defender os seus filhos e celebrar a sua individualidade", completou ela.  
   Para ela, existem muitas crianças transexuais entre aquelas crianças, sendo o acampamento um refúgio para serem o que realmente são. Não é obrigado escolher um gênero, é de livre escolha experimentarem ser o que querem lá e futuramente, quem sabe, podem se identificar como gays, lésbicas, transexual, etc.

   "Este é apenas um modo de viver o que sempre existiu. Só agora estamos desenvolvendo uma capacidade de reconhecer que não há problema se todos não se restringirem em uma pequena caixa".

   A série vai dar origem a um livro, que deve ser lançado em outubro desse ano nos EUA.


 

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Universidade expulsa estudante por ser lésbica

A um semestre de concluir a licenciatura, uma estudante norte-americana foi expulsa por ser homossexual, mas pode voltar à universidade se... Deixar de ser lésbica.

A norte-americana Danielle Powell foi expulsa da universidade que frequentava, depois de o instituto escolar descobrir que a estudante estaria envolvida numa relação homossexual. A Grace University, uma universidade cristã conservadora em Omaha, no estado do Nebraska, suspendeu Powell, durante aquilo que a universidade denominou como sendo um “período de renovação”, e foi obrigada a assumir-se como homossexual junto da família, algo que ainda não tinha feito.

Quando terminou o “período de renovação”, a estudante procurou ser readmitida na vida acadêmica. No entanto, como Danielle retornou ao campus acadêmica sem qualquer alteração na sua orientação sexual, a administração da Grace University decidiu pela sua expulsão. Alguns meses depois, quando a jovem tentou a transferência de créditos para outra faculdade, a universidade cristã rejeitou o pedido, exigindo a devolução da bolsa escolar como contrapartida dos resultados acadêmicos obtidos nos últimos três anos e meio. (Notícia retirada do jornal online Correio da manhã.)

São notícias como essas que nos fazem refletir onde estão nossos direitos. Será que por ser lésbica e não se encaixar aos padrões da universidade citada, a estudante não tinha o direito de continuar estudando? Ou pelo menos poderiam ter conseguido a liberação da transferência para que ela continuasse estudando em outro lugar. Mas não! E o motivo? Qual o crime que ela cometeu? Beijou outra mulher?

É chocante ver como nós homossexuais somos tratados com inferioridade em casos como esse. Imagine o quanto essa garota deve ter se esforçado para conseguir entrar na universidade e ainda conseguir uma bolsa para estudar e perder tudo porque não quer deixar de ser lésbica!

Tudo bem que a universidade é cristã e deve achar homossexualismo um pecado mortal e uma aberração, eu respeito isso, mas vamos refletir: dentro do campus devem existir milhares de outros pecadores que estão infringindo as “leis supremas”. Lá podem existir pedófilos, assassinos, estupradores e muito mais... E tudo isso é pecado também não é verdade? Então devem ser expulsos depois de todos eles serem descobertos por uma investigação minuciosa para encontrar pessoas que não se adéquam ao padrão exigido. Mas se eles deixarem de ser assim, podem retornar.

Você deve esta se perguntando onde eu quero chegar com todas essas comparações exageradas, mas o que estou tentando dizer é simples: isso é um absurdo. Não podemos simplesmente negarmos nossa sexualidade para poder estudar numa universidade cristã. É o mesmo que termos que trocar de time para assistirmos um jogo de futebol do rival, ou seja, não faz sentido.

Quero deixar claro que a minha intenção aqui não foi de ir contra a religião e suas crenças, afinal tenho um enorme respeito por todos os tipos de religião e é exatamente isso o que quero em troca: que nos respeitem independente de nossa sexualidade.


M.A.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Quem são os g0ys?

Esse nome nasceu nos EUA. A principal definição do grupo seria que, o fato de pessoas que se envolvem com outras do mesmo sexo não são necessariamente gays, sendo assim, os homens que fazem parte desse grupo não se consideram gays por não praticar o sexo anal. Segundo eles os que praticam a penetração são  homens machistas.
    Existem sites sobre os g0ys, os quais estipulam até mesmo regras para os que se definem como tal.
    Um g0y beija, masturbar e  faz sexo oral com pessoas do mesmo sexo. Nada além disso. Os g0ys praticam a penetração e até mesmo os casamento apenas com mulheres. Quando g0ys se relacionam entre si eles denominam como um ‘bromance’, a junção da palavra romance com brothers, ou seja, um envolvimento entre “irmãos”.
    Agora mostrarei as regras que eles mesmo criaram sobre os g0ys:
 1-      G0ys não namoram com outros g0ys, têm no máximo uma amizade íntima e casam com mulheres.
 2-      G0ys são a salvação do “homem de verdade”, e por isso não permitem qualquer associação com o mundo gay.
 3-      G0ys criam clubes onde só é permitida a entrada de outros g0ys.
 4-      G0ys não devem se envolver com o mundo gay.
  5-      G0ys são machistas.
    Obs: G0ys são machistas, mas não praticam a penetração porque a penetração é algo machista. (???)
   O surgimento do grupo gerou muita polêmica. Agora, não existem muitas mulheres que beijam, fazem outras ‘sacanagens’ e mesmo assim se definem heterossexuais? O mundo se preocupa demais com o que o outro faz e é.
   Enfim, seja qual for a definição de g0y ou qualquer outro tipo de sexualidade, devemos parar de nos rotular tanto. Independente do que você goste, tanto no sexo como em qualquer outra situação, você deve ir atrás da sua felicidade.
F.L.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Cinco mentiras sobre a homossexualidade

Com certeza você já ouviu algum comentário sobre alguma dessas mentiras, que geralmente se repetem muito, o que faz com que algumas pessoas levem-nas como uma verdade. Nós do Gerando Liberdade comentamos cinco dessas mentiras pra vocês.

1. Os gays e lésbicas não mantém relações afetivas sérias e querem apenas diversão

Com certeza. Já os héteros não traem e tem apenas um parceiro para a vida toda! Que bobagem! Existem sim gays e lésbicas que só querem curtir, assim como existem heterossexuais que são assim. O grande problema é que quando se trata da homossexualidade as pessoas adoram generalizar, como é o caso aqui. Infidelidade e safadeza acontece sim, tanto entre homos quanto heterossexuais, assim como relações duradouras e fieis.

2. Homens ativos e mulheres passivas são menos gays

Então quer dizer que se um homem é ativo e uma mulher passiva numa relação homossexual isso significa que eles também curtem relações heterossexuais? Totalmente errado. Isso não pode ser levado como uma regra! Um gay ativo pode muito bem só manter relações sexuais com homens e não vai ser menos gay por isso, o mesmo serve para mulheres passivas. A partir do momento em que se tem uma relação os dois envolvidos nela são homossexuais, independente de ser passivo, ativo, relativo ou de um homem ser mais macho ou uma mulher ser mais feminina e tantas outras diferenças que ainda podem ser citadas. A forma como você se envolve com uma pessoa do mesmo sexo não vai te tornar mais ou menos gay.

3. Não sou homofóbico

Quem nunca se deparou com aquela pessoa que fala que homossexualidade é uma aberração, é um pecado, não deveria existir, tem nojo de gays e lésbicas, não suporta ver gays de mãos dadas ou meninas se beijando... e sempre terminam falando: mas não sou homofóbico! Claro que não é! Tem aqueles ainda que falam que não tem nada contra, mas os que gays fiquem longe de mim, que minha filha não seja lésbica e que não demonstrem afeto em público! Resumindo, eles não são preconceituosos, apenas querem que os homossexuais deixem de existir. Aqueles que afirmam a qualquer custo que não são homofóbicos geralmente são os mais preconceituosos

4. É gay porque não encontrou a pessoa certa

Ah ta! Eu fico com mulheres só porque ainda não encontrei o meu príncipe encantado? Talvez seja porque ele está ficando com outros homens por aí, mas cedo ou mais tarde ele vai achar a sua mulher certa também! Isso é mais uma coisa totalmente absurda. Não existe uma pessoa certa que irá nos salvar dessa vida de homossexual! Tudo isso trata-se de mais uma forma que os outros tentam achar para justificar a homossexualidade, como tantas outras que dizem aí: traumas de infância, não ter a mãe ou o pai presente, etc. 

5. Sou um ex-gay, estou curado

Primeiro, quem ainda acha que homossexualidade é uma doença, permita-me dizer que você está há algumas décadas atrasado. Segundo, se você afirma que é um ex-gay, você deve estar fazendo alguma propaganda de libertação gay por aí. Como as pessoas são hipócritas mesmo. Tentam justificar como errado tudo aquilo que não concordam, ou seja, os gays são pecadores, doentes e safados? Mas espera, existem estudos que já comprovaram que existem animais que mantém relações homossexuais, isso quer dizer que os animaizinhos também vão para o inferno ou estão doentes? Obviamente não.  A homossexualidade é tão natural quanto a heterossexualidade,ambas são variações naturais da sexualidade humana.   

M.A.

domingo, 22 de junho de 2014

Os melhores beijos lésbicos entre celebridades

Angelina Jolie e Peta Wilson (1997)
Em filmes, Angelina Jolie já protagonizou cenas até mais quentes do que esta acima. Um exemplo é uma que acontece no filme Gia.  Mas nada como uma demonstração de carinho espontânea, né? A foto foi tirada durante o Cable ACE Awards de 1997.

Selma Blair e Sarah Michelle Gellar (2000)
Esta é a dupla responsável por uma das cenas lésbicas mais quente e famosas da história do cinema. Neste caso, o beijinho foi para comemorar o prêmio que levaram durante o MTV Movie Awards de 2000.

Madonna e Britney Spears / Christina Aguilera (2003)

Foi durante o MTV VMA de 2003 que Madona se aproveitou de suas colegas, Britney e Christina, e tascou um beijo em cada uma no meio do show que faziam juntas. Difícil dizer não, né? Certamente esta é a cena mais famosa da lista. E talvez a melhor, também.

Paris Hilton e Carmen Electra (2004)
O eventos da MTV parecem ser o preferido das famosas para as bitocas lésbicas. No Movie Awards de 2004, a socialite mais polêmica desta década, Paris Hilton, não resistiu e roubou um beijo da icônica ex-coelhinha da Playboy Carmen Electra. Após ver a foto, nos restou imaginar estas duas entre quatro paredes.

Meryl Streep e Sandra Bullock (2010)
Após ser chamada ao palco por Bradley Cooper, Sandra demonstrou sua admiração por Meryl roubando um beijo da atriz. Isso aconteceu durante o Critic’s Choice Awards de 2010.

Sandra Bullock e Scarlett Johansson (2010)
De frente a uma das mulheres mais sexy de Hollywood, nem mesmo Sandra conseguiu se segurar (mais uma vez). A atriz beijou Scarlett em pleno palco do MTV Movie Awards de 2010.

Britney Spears e Rihanna (2011)
Foi em meio ao show de Rihana que ocorreu durante o Billboard Music Awards de 2011 que Britney apareceu para trocar carícias com a parceira. Um gesto nobre de agradecimento pela participação especial.

Miley Cyrus e Katy Perry (2014)
Parece que a música “Adore You” mexe mesmo com Miley. Durante um show que ocorreu este ano em Los Angeles, a cantora desceu do palco e encaixou um delicioso beijo de língua em Katy.

Michelle Rodriguez e Cara DeLevingne (2014)
Neste caso específico, o beijo ficou sério e ultrapassou a linha da amizade: Michelle e Cara hoje estão namorando. O que nos faz acreditar que teremos uma belíssima oferta de fotos destas duas juntas num futuro próximo.

Miley Cyrus e Brooke Candy (2014)
Parece mesmo que Miley está começando a gostar de beijar garotas. Após Cara DeLevingne e Katy Perry, foi a vez da rapper Brooke Candy, que postou a foto em seu Instagram. Quem será a próxima vítima?

Fonte: http://www.elhombre.com.br/

M.A.

sábado, 21 de junho de 2014

Hospital descarta sangue de doador homossexual em São Paulo


Você não vai querer sangue ruim no seu corpo, né? Não vai querer sangue de gente promíscua?”

“Você está insinuando que eu sou promíscuo?”

“Não.”

“Você está insinuando que os gays são promíscuos?”

“Veja bem, o que eu quis dizer é que você é uma exceção, né. É difícil ver gays em relacionamentos estáveis como o que você está relatando para mim.”
Esse foi o diálogo entre o estudante Leonardo Uller e a médica Mirianceli Mendonça (CRM 55924-SP) ao tentar doar seu sangue no Hospital 9 de julho, em São Paulo.

Quando se está disposto a doar sangue deve-se responder a um questionário para saber se você é saudável para tal solidariedade. Ao se deparar com questões que envolvem relacionamento nada se pede em relação a sexualidade, apenas o número de parceiros(as) nos últimos 12 meses. Porém nesse local ocorreu a pergunta sobre a opção sexual do estudante, que teve como resposta o absurdo citado acima.
Até que ponto o ser humano pode chegar? Uma causa nobre como essa, onde uma pessoa é tão solidária e acaba recebendo em troca algo desse tipo. Tantas são as pessoas que estão agonizando em hospitais, UTIs, postos de saúde, esperando um doador que possa salvar sua vida e isso lhe é negado pelo simples fato de ser gay!

A cada dia que passa tenho mais medo do ser humano. Se é que pessoas com atitudes como essa podem ser definidos como um. O que se pode esperar de um mundo onde cada vez mais casos como esse nos são relatados?  O preconceito levando a perda de vidas. Falta empatia, respeito, solidariedade, falta ser mais humano!
A única coisa que me consola é saber que a vida se encarrega de tudo. A vida ensina, por bem ou por mal. Um dia, pessoas como essa, entenderão a necessidade de um doador, seja ele heterossexual, homossexual, bissexual, o que for, e espero que sejam pelo menos gratos a essa pessoa.

Faça o bem sem olhar a quem. Aceite o bem sendo ele de qualquer alguém.

Obs: Apesar de contar com o apoio de grupos estudantis, Leonardo espera agora a manifestação de lideranças LGBT sobre o assunto. “Mandei uma mensagem pro [deputado federal] Jean Wyllys, mas até agora nada”, disse ele, que considera o fato homofobia.

Fonte: PopGay

F.L

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Nada é errado se te faz feliz


Com certeza muitos de nós já passamos pela situação de não aceitar nossa sexualidade por achar que decepcionaríamos nossos pais. Aí você vai para Igreja e falam que homossexualidade é uma abominação, que iremos para o inferno e tantas outras coisas, [que não entrarei em detalhes por ser um assunto longo e que merece uma matéria inteira para ser debatido.] Logo vem aquele sentimento de culpa e medo.

Alguns tem a sorte de ter um relacionamento aberto com os pais para explicar tudo o que está acontecendo, ou simplesmente dizer: “Mãe eu gosto de meninas!” e então tudo se resolve, mas existem aqueles pais que são totalmente tradicionais e conservadores, que se importam muito com “o que os outros vão dizer se o meu filho for gay”, esses geralmente criam um sonho para que seus filhos realizem, e não percebem que não era exatamente aquilo que o filho queria. Por último, temos os pais que no fundo sabem que o filho é gay ou a filha é lésbica, mas fingem pra si mesmos que não.

Independente disso, cada um deve fazer uma escolha, que não se trata da sexualidade, [outro assunto que renderia uma matéria] mas podemos escolher se queremos viver nossa vida inteira agradando os outros e estando dentro dos “padrões da sociedade perfeita” ou podemos escolher viver a nossa vida, tomar nossas próprias decisões e ser feliz. Isso não significa que você necessariamente deve se assumir, mas principalmente deve aceitar que você é assim e pronto.

Apesar daquela história de que os pais sempre querem o nosso bem, eles também podem errar. A questão é que não podemos fingir ser outra pessoa para agradar a eles. Então você que é lésbica, gay, bi [...] ou simplesmente sonha em viajar pelo mundo, ou sonha em ser astronauta, jogador de futebol, talvez fazer aquela faculdade que tanto ama... Aqui vai um conselho para você: Escolha o caminho da sua felicidade! Faça o que você acredita que é o melhor para você! Se der errado, volte e comece de novo. Mas nunca deixe de fazer algo que te faz feliz!

“Nada é errado se te faz feliz.”

(Bob Marley)

M.A.

Como esquecer um grande amor?



Ao contrário do que muitos pensam, não existe apenas um amor em sua vida, aquele chamado de alma gêmea. Você pode muito bem ter um relacionamento legal, ter momentos felizes e mesmo assim não estar com o seu grande amor.

Agora, vamos a grande questão: ‘E quando o amor acaba o que fazer?’. Sejamos sinceros, muitas vezes o amor não acaba pra ambas as partes, o que acaba tornando do amor um tremendo drama. Nos deixa dias chorando, pensando que o mundo acabou, que nada mais dará certo e blablabla, não é mesmo? Mas aí vem a boa notícia, existe sim um futuro após o fim do mundo!

Primeiramente, você deve passar por todas as fases para realmente esquecer alguém. Tem que existir os dias de negação, de reflexão, de aceitação e de bola pra frente. O bom de passar por isso tudo é que você amadurece, você cresce, aprende e consequente se torna alguém melhor  para si mesmo.

Se você está em uma dessas fases, seria interessante refletir bem o que o relacionamento te traz de bom e de ruim. Muitas vezes, forçamos um namoro só por mera birra, sendo que poderíamos sim viver bem sem aquele ‘peso’ a mais. Se a pessoa não te da o devido valor, já é um dos maiores sinais de que você deve cair fora. Agora você me pergunta, mas GL, como perceber isso?
Existem muitos sinais de que é apenas você que se importa com o ‘nós’. Se a pessoa não te liga, responde sms apenas quando você manda, vive dando desculpas esfarrapadas para se livrar de você, amiga, pula fora. Se valoriza! Existe um montão de pessoas legais, bonitas, interessantes- não necessariamente seu grande amor- esperando pra viver, quem sabe os dias mais felizes contigo.

F.L

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Símbolos GLBT

Atualmente muitos símbolos representam o orgulho GLBT, estando presente em locais e eventos destinados a nós homossexuais. Nós do Gerando Liberdade preparamos essa matéria para contar um pouco desses símbolos e seus significados.

Durante o nazismo, os gays eram marcados com triângulos invertidos na cor rosa e simbolizava "liberação gay", e para as mulheres era utilizado um triangulo invertido na cor preta, que representava que era uma pessoa "associal" sendo esses o primeiros símbolos usados para identificar homossexuais.

Labrys
Usado pela deusa Deméter onde seus envolviam atos lésbicos. Uma teoria sugere que ele poderia ter sido utilizado originalmente na batalha das mulheres guerreiras citas. Outra teoria aponta que o machado é utilizado normalmente em muitas sociedades matriarcais. Existem também informações que o colocam como arma usual nos exércitos de Amazonas através de peças gregas de artesanato. As Amazonas tinham um sistema de duas rainhas e eram conhecidas como guerreiras raivosas e sem piedade nas batalhas, porém justas e corretas quando vencedoras. Atualmente é um símbolo lésbico, um dos mais conhecidos.

Mão Púrpura
Na noite de Halloween de 1969, membros da Frente de Liberação Homossexual faziam um protesto em resposta a artigos contra a comunidade gay do jornal San Francisco Examiner, estamparam suas mãos na cor purpura por toda a área central de San Francisco, o que resultou numa das demonstrações mais visíveis do movimento gay.
Anéis da Liberdade
São seis anéis de alumínio desenhados por David Spada, a cada um com as cores da bandeira LGBT. Simbolizam a independência e tolerância. Utilizam-se geralmente em colares, porta-chaves e afins. Recentemente incluiu-se uma alternativa aos anéis, utilizando triângulos no seu lugar, sendo que o seu significado se mantém. 
Lambda
Em física , representa a longitude de onda associada com a energia, portanto utiliza-se para simbolizar a energia do Movimento de Direitos Homossexuais. Em 1970, a letra grega lambda foi utilizada simbolizando a campanha de libertação, mais tarde o símbolo passou a representar os direitos de lesbianas e gays. Como resultado, o símbolo lambda tem sido reconhecido internacionalmente pelo movimento LGBT em 1974.
Bandeira Colorida
A primeira bandeira colorida foi desenhada por Gilbert Baker, em 1977 e apresentava 8 faixas de cores diferentes representando um elemento da comunidade: rosa choque para o sexo, vermelho para a vida, laranja para a cura, amarelo para o sol, o verde da natureza, turquesa para as artes, índigo e violeta para a harmonia de espírito. No ano seguinte foi retirado o rosa e em 1989 foi retirado o turquesa, ficando com 6 cores.



Outros símbolos:
Duplo Marte, representa a homossexualidade masculina.

Duplo Vénus, representa a homossexualidade feminina.

Símbolos bissexuais:
Triângulos 

Bandeira

Luas

Símbolos transexuais:
Símbolo universal

Bandeira

Borboleta, devido a sua metamorfose.
M.A.

terça-feira, 17 de junho de 2014

Heterofobia no Futebol

 Em ritmo de Copa do Mundo, o Gerando Liberdade, está lançando esse vídeo  que por mais engraçado que seja é uma grande crítica ao mundo do futebol.  Durante o vídeo vemos várias frases clássicas como ‘ta jogando igual viado’ sendo satirizadas.
   Vale lembrar que no início da Copa o foi lançada a capmanha #ProudToPlay (Orgulho em campo) contra o racismo e a homofobia no futebol. São vários os casos de homofobia no futebol, por exemplo, podemos citar o jogador Richarlyson e Sheik.  
   E não só os gays são atingidos por essa discriminação, as mulheres também acabam sendo ditas como ‘frágeis’ e que  não entendem de bola, o que já está provado que é uma grande bobagem, visto as grandes estrelas do futebol feminino pelo mundo.É importante que, cada vez mais, ídolos de todo o mundo ‘saiam do armário’ para criar um mundo desportivo menos opressor e hétero-masculino.
 
 
 
 
Via: Põe na Roda.

F.L.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

The L Word

Conteúdo impróprio para menores de 18 anos, contém cenas de sexo.

Olá galera ligada no Gerando Liberdade, hoje vamos falar da série com temática lésbica The L Word (que eu adoro!) É uma série muito interessante porque trata da vida de um grupo de amigas lésbicas ou bissexuais, o mais legal de tudo é que com certeza você acaba se identificando com algumas coisas que acontecem ou com alguma personagem da série.

Estreou em 2004 na TV americana e tem um total de 6 temporadas, a serie conta a história de  Bette e  Tina que planejam ter um filho e são vizinhas de  Tim e Jenny, casal que terá conflitos devido as duvidas de Jenny a respeito da sua sexualidade, Kit a irmã mais velha de Bette que tem problemas com álcool, Shane a “garanhão” que sempre está metida em problemas e sonha em ter um salão de beleza, Alice uma bissexual que tem muitos problemas com sua mãe e com seus relacionamentos amorosos, Dana (a minha preferida!) trata-se de uma tenista que lésbica que não quer se assumir porque acredita que seria prejudicial a sua carreira e Marina, a dona do The Planet, lugar onde as garotas se reúnem todos os dias.

Em meio a encontros e desencontros as meninas formam muitos casais entre o grupo e fora dele com cenas bem quentes, confira alguns vídeos: 

Jenny e Marina

Alice e Dana

Shane e Carmen

Curiosidades:
  • Com o sucesso da série, em 2010 foi lançado o The Real L Word, um seriado que acompanhava a vida real e acompanha o dia-a-dia de seis garotas lésbicas de Los Angeles.
  • Leisha Hailey que interpretava Alice no seriado assumiu se relacionar com mulheres no namoro com Camila Grey.

M.A.