Com certeza muitos de nós já passamos pela situação de não
aceitar nossa sexualidade por achar que decepcionaríamos nossos pais. Aí você
vai para Igreja e falam que homossexualidade é uma abominação, que iremos para
o inferno e tantas outras coisas, [que não entrarei em detalhes por ser um
assunto longo e que merece uma matéria inteira para ser debatido.] Logo vem
aquele sentimento de culpa e medo.
Alguns tem a sorte de ter um relacionamento aberto com os
pais para explicar tudo o que está acontecendo, ou simplesmente dizer: “Mãe eu
gosto de meninas!” e então tudo se resolve, mas existem aqueles pais que são
totalmente tradicionais e conservadores, que se importam muito com “o que os
outros vão dizer se o meu filho for gay”, esses geralmente criam um sonho para
que seus filhos realizem, e não percebem que não era exatamente aquilo que o
filho queria. Por último, temos os pais que no fundo sabem que o filho é gay ou
a filha é lésbica, mas fingem pra si mesmos que não.
Independente disso, cada um deve fazer uma escolha, que
não se trata da sexualidade, [outro assunto que renderia uma matéria] mas
podemos escolher se queremos viver nossa vida inteira agradando os outros e
estando dentro dos “padrões da sociedade perfeita” ou podemos escolher viver a nossa
vida, tomar nossas próprias decisões e ser feliz. Isso não significa que você necessariamente
deve se assumir, mas principalmente deve aceitar que você é assim e pronto.
Apesar daquela história de que os pais sempre querem o
nosso bem, eles também podem errar. A questão é que não podemos fingir ser
outra pessoa para agradar a eles. Então você que é lésbica, gay, bi [...] ou simplesmente
sonha em viajar pelo mundo, ou sonha em ser astronauta, jogador de futebol,
talvez fazer aquela faculdade que tanto ama... Aqui vai um conselho para você: Escolha
o caminho da sua felicidade! Faça o que você acredita que é o melhor para você!
Se der errado, volte e comece de novo. Mas nunca deixe de fazer algo que te faz
feliz!
“Nada é errado se te faz feliz.”
(Bob Marley)
M.A.

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